***quem aperta o play
Prazer! Seja bem-vindo (a)! Eu sou o João! Vem comigo! Aperte o play!
João Paulo Costa Jr. de Cláudio/MG, de Divinópolis/MG, de Poços de Caldas/MG, de Teresina-PI, de Sobradinho – DF, de Brasília-DF, de Belo Horizonte/MG e de muitos lugares outros.
Sou o quarto ou quinto (às vezes perco as contas) João da minha família paterna. Imagine uma família cheia de “João’s mineiros e do interior”. É foi de lá que vim e muito me orgulho. Sou por demais mineiro e persigo o bairrismo desde o berço. Reza a tradição da família que todo primogênito homem deve carregar o fardo, a dor e as delícias de ser João. E não tive escolha, já veio no pacote do nascimento junto das fraldas, batizado, mamadeira e seio materno. Encarei esta e digo-lhes sem medo de errar que não tenho o menor problema com isso. À bem da verdade, é um prazer inenarrável e uma experiência indescritível ser João (rs)!
Sabe o significado do nome João?Quer dizer: “Deus é bondoso”/“homem agraciado por Deus”!E olha realmente tem sido assim por toda a minha vida. Não tenho do que me queixar!Tenho uma família que muito amo e amigos-irmãos. Meu pai é meu herói, melhor amigo, guru sagrado, mentor intelectual e espiritual. Minha mãe minha heróina, guerreira de luta e amor que cativa.
Minha estrela brilha de vez em quando e nas dificuldades que são normais na vida de qualquer João, reforço minha fé em coisas que aprendi com meu pai ainda criança: “tombos a gente leva, sacode a poeira e segue andando” e “se quer saber alguma coisa na vida, mergulhe nela” (esta máxima para mim a mais forte). S
Sempre foi assim e montado num cavalo de sonhos toco a boiada da minha vida. Gosto de mirar a vida e lugares com meus próprios olhos. Não tenho pudor e enfio a cabeça com força na parede chapiscada. Saio machucado e ganho de presente os louros de aprender também pela dor. Minha frase predileta: “Tô aqui pra fazer barulho”…
Sou sagitariano com ascendente em Peixes. Nasci em 23/11/1981. Quis o destino que eu nascesse em Divinópolis/MG, no centro-oeste mineiro, região do Campo das Vertentes. Mas, eu não queria ter nascido lá não! (perdoem-me os nobres divinopolitanos que tem como embaixatriz a reconhecida poetisa Adélia Prado)
Sabe por quê? Porque lá em Divinópolis só nasci e quis a mão do diabo que fosse também registrado. Porque me criei mesmo foi numa cidadezinha lá perto: a cidade de Cláudio/MG.
Nessa pacata cidadezinha conhecida como cidade carinho, terra dos apelidos e cidade das fundições passei toda minha infância, adolescência, parte da fase adulta e amor maior confesso-lhe: não há.
Finquei meus pés, coração e alma naquelas montanhas verdes de terras avermelhadas. Devem ter enterrado sem eu saber o meu cordão umbilical naquelas bandas. Os meus dentes de leite joguei no telhado da minha antiga casa. Disso me lembro bem!
Graduei-me meio a contragosto em Direito pela Faculdade Pitágoras (Fadom) em Divinópolis/MG no ano de 2005. Gosto de pensar que o “Direito” não merece um ser bestial como eu. Prefiro mais as “literaturices” e a área de comunicação que abraçam qualquer filho pródigo desnaturado desviado.
Desde muito cedo já estagiei e trabalhei com um bocado de coisas, mas o que vale a pena contar é que trabalhei como funcionário da Assessoria de Promoção Social da Prefeitura Municipal de Cláudio/MG, fui Secretário de Turismo em Cláudio/MG, ministrei cursos de formação política para jovens num bocado de cidades do centro-oeste mineiro, fui membro-diretor do Circuito Turístico Campo das Vertentes e trabalhei na Câmara dos Deputados como secretário parlamentar – função: redator parlamentar e cuidava também de projetos de lei (prospecção). Descarado que sou, continuo a trabalhar no meio político. Atualmente resido na capital mineira onde curso jornalismo com ênfase em mídia (minha paixão).
Aprendi a ler o mundo com Adélia Prado, Drummond, Eduardo Galeano, Pablo Neruda, Fernando Pessoa, Torquato Neto, Kafka, Saramago e Gabriel Garcia Marquez. A ver o mundo com Cartier Bresson e Sebastião Salgado. A ouvir o mundo com Mercedez Sosa, Chico, Renato Russo e Noel Rosa. A sentir o mundo com Rolling Stones, Pink Floid, Raul Seixas e Cazuza. A me perder no mundo com Raimundos e Planet Hemp. Namorei o mundo ouvindo música sertaneja. No forró dancei Fala mansa. No samba fui só o de raiz, desconheço a palavra pagode. Funk nunca ouvi falar.
Fui amante de Vínicius, Tom Jobim e Baden Powell. Enfim, detesto a palavra “eclético”, mas é bem o que sou.
Vivo de tendências, já curti até Anderson Noise. Sou de fases e nos últimos três anos de minha vida só escuto músicas latinas: tipo salsa e merengue pode acreditar!
Não tenho medo de muita coisa.Talvez o que me aflija seja somente o medo de perder pessoas que eu amo. Senti faz tempo que a vida é transitória e é regida por ciclos. Então, procuro nem pensar em perdas viso os ganhos. Pessoas chegam e vão é o ciclo natural das coisas. Encaro isso com firmeza.
Dizem que eu falo excessivamente. Concordo e discordo. Passo também períodos inteiros em que calo minha retórica e me faço ouvinte.
Adoro ler e escrever tingindo os dentes com um bom vinho. Alimento-me do lúdico. Vôo alto e aterrizo.
Quando amigo sou, sou amigo de verdade. Costumo desconfiar das pessoas, tenho vocação a escapismos, nomes e palavras como: aventuras, amizades, viagens, desafios, justiça, aperte o play, independência, bom humor, inteligência, divisão, amor, sexo, paixão, Dona Mirtes, rítimos, sagacidade, política, teatro, carnaval, vida, bebês, João Paulo pai, Sarita mãe, Anna Jéssica, Anna Thércia, entusiasmo, imaginação, tatuagens, autenticidade, otimismo, adrenalina, humano, insistência, vinho, leitura, simplicidade, fotografia, sol, fé, cinema, América Latina, casamento, Che Guevara, verdade, eco-turismo, poesia, cerveja, carinho, recompensas, evolução, sacrifícios, reportagens, “positive vibration”, mistérios, caipirinha, religião, dedicação, futebol, Cruzeiro Esporte Clube, descobertas e coragem tendem a me atrair e causar demasiada emotividade e interesse.
Carrego o verde da minha terra em mim, sou apenas um cidadão urbano quase normal, como todos quase sempre somos. Não me sinto nem melhor nem pior que ninguém. Enquadro-me nas estatísticas. Não odeio nada nem ninguém. Ficar parado é impossível. Sou de movimento, sou ar. Não tenho papas na língua disso me arrependo. Me arrependo de outras coisas também.
Bebo mais poesia que escrevo. Não sou certo nos versos. Adoro contos, literatura de cordel, crônicas, viajar, cachoeiras e mar. Só não gosto do que no mar vive, tenho forte aversão a toda e qualquer espécie de mariscos. Cuspo na tela do PC quando penso demais.
Regras para que as regras? Quem precisa delas? Não vivo uma vida quadrada. Sou dual. Sou conservador e moderado. Sou insurgente e reacionário.
Sou muita coisa e quase nada. Sou isso tudo e muito mais, sou ambigüidades.
Sou um ser abissal, sou nada, sou ninguém. Sou João só Joãooooooo com todo o meu ego e meus sonhos, um “o” para cada sonho.
“Sou mais um João neste mundão de meu Deus”!
Sou curvas e hipérboles. Sou “bagunça poética”. Sou “estorvo redentor”.
Não sou mais que remendos e miscelâneas. Sou um cego. Sou manchete popular. Sou mais um sobrevivente.
Contato: jpacj@hotmail.com e jpasvezes@gmail.com
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